As 10 culturas mais exóticas do mundo

Já pensou em viajar pelo mundo atrás de culturas exóticas? Calma pode ser que voce encontre algumas que possam até vir a te transformar em jantar! Veja mais nesse incrivel top + das mais exoticas culturas do mundo!

São diversas tribos, raças, rostos, biotipos, cores. Todas cheias de história e cultura, cada uma defendendo o que acredita, mesmo que essas crenças sejam consideradas um pouco ou muito diferentes para o nosso cotidiano.

É um importante exercicio descobrir sobre variadas culturas pois nos mostra o quanto há diferenças em nosso planeta.

Portanto é necessario respeitá-las, mesmo que encontramos coisas absurdas para nosso cotidiano, elas são muito importantes para seus povos, pois sao a identidade de um povo logo devemos ter muito respeito.

Veja nesse Top + as 10 mais incriveis cultura exoticas de nosso planeta e descubra as locuras que acontecem nesses lugares incrivelmente interessantes!

10ª –  Tribo Huli – Papua Nova Guiné

10ª –  Tribo Huli – Papua Nova Guiné

Para conhecermos a décima cultura mais exótica do mundo, vamos viajar até Papua Nova Guiné, um país da Oceania com imensa diversidade cultural.

De toda a diversidade cultural que a ilha tem, encontramos a tribo Huli, que vive nas montanhas de Papua Nova Guiné e tem uma população de cerca de 90 mil pessoas.

Vivem nestas montanhas há cerca de mil anos e estão agrupados em clãs e acreditam que são descendestes de Huli, o primeiro homem a cultivar a área em que vivem.

Sua vestimenta é rudimentar e bem simples e consiste em aventais e folhas que usam para cobrir as partes íntimas e acessórios como colares, flores, brincos e um machado com garras.

Além da vestimenta, a indumentária dos homens Huli é composta também por uma peruca que é feita com cabelo da própria pessoa e enfeitada com penas, asas, peitorais, cabeças de pássaros e tingida de vermelho.

Agora junte a esta indumentária exótica, a dança tradicional dos Huli na qual eles imitam as aves-do-paraíso de Papua Nova Guiné.

9ª – Tribo Karen – Tailândia

9ª – Tribo Karen – Tailândia

Não dá para falar de cultura exótica sem falarmos das mulheres girafas, muito já foi mostrado na televisão Brasileira sobre, o típico pescoço largo. Então, vamos agora dar um salto até a Tailândia para conhecer mais sobre sua cultura que é a 9ª cultura mais exótica do mundo.

A tribo Karen é a maior e está dividida em três etnias, com uma população de até 300 mil pessoas que vivem em povoados bastante simples onde os homens dedicam-se ao trabalho agrícola e as mulheres à tecelagem e artesanato.

Mas o que chama atenção mesmo é o costume que as mulheres Karen têm e que lhes rendeu o nome de mulheres girafas.

Elas colocam muitos anéis de bronze no pescoço, antebraço e canelas, assim seus pescoços alargam fazendo a lembrança com pescoço da girafa.

Com a primeira argola colocada aos 5 anos de idade, o número delas vai aumentando até 25 só no pescoço. Em média as 25 argolas, ao fim de sua colocação estão pesando por volta de 10kg, o que prejudica muito as costas.

No entanto, ao contrário do que se pensa, essas argolas não alongam o pescoço. O que acontece é que o peso das argolas empurra os ombros e as costelas para baixo e dá a impressão de que o pescoço ficou mais comprido.

Mas por que as mulheres Karen usam essas argolas no pescoço?

Por tradição e estética. No entanto, muitos acreditam que as mulheres começaram a usar essas argolas para defenderem-se de ataques dos tigres, que geralmente atacam o pescoço das vítimas.

8ª – Tribo dos Nenets – Sibéria

8ª – Tribo dos Nenets – Sibéria

Se você gosta de frio essa é a tribo perfeita para você visitar! Os 10 mil que constituem a população de Nenets, vivem na Sibéria e suportam temperaturas muito frias que rondam entre 50 graus a 35 graus negativos, no inverno e verão respectivamente.

Ou seja, sempre é frio, o calor é negativo, para suportar todo esse frio, eles usam roupas super quente, feitas de couro de animais. Além disso, estão sempre associados à família e aos amigos, não esquecendo de tomar sempre um chá de erva para aquecer.

As renas são um recurso importantíssimo para os Nenets tanto que os seus rebanhos no total têm cerca de 300 mil renas. Delas eles retiram além das roupas, o alimento, o agasalho e até dote para os casamentos.

A vida dos Nenets gira totalmente a volta das renas, de modo que eles deslocam-se uma vez ao ano de acordo com o padrão de migração dos animais, por até mais de 1.100 Km para que não sejam atacados por animais ferozes em trenós. Certamente, os Nenets são um povo muito interessante!

7ª – Tribo Himba – Angola e Namíbia

7ª – Tribo Himba – Angola e Namíbia

Na África, vamos conhecer outra cultura exótica a sétima cultura mais exótica do mundo o povo Himba, a última tribo seminômade da África.

O habitat do povo Himba abrange a parte sudeste de Angola e o noroeste da Namíbia. Porém, eles são seminômades e por isso, constroem residências temporárias do tipo “pirâmide” com barro e fezes de animais.

Com uma população por volta de 20 a 50 mil, os Himbas dedicam-se a criação de gado bovino como atividade principal, tanto que quanto mais cabeças de gado tiver mais rico se é.

Apesar disso, a cabra é o animal usado na alimentação. As mulheres, fazem peças de artesanato, a roupa, e a ordenha além de cuidarem de casa.

Quanto ao aspecto, os meninos Himba costumam ter a cabeça raspada e as meninas usam colares de madeira para representar a sua pureza.

Mas o que faz tornar essa cultura exótica, é o fato de que as mulheres não tomam banho! Isso mesmo, desde o seu nascimento as mulheres Himba apenas passam no corpo uma mistura que deixa a pele delas avermelhada.

Outro costume interessante são as relações polígamas e poliandras, ou seja, tanto os homens como as mulheres podem relacionar-se com mais de um parceiro.

Na verdade, é quase uma exigência para as mulheres de modo que possam mostrar que são férteis .

Além disso, os Himbas mantêm acesa uma chama em homenagem ao Deus que adoram, Mukuru, dia e noite sem apagar não importa a circunstância.

6ª – Tribo Mursi – Etiópia

6ª – Tribo Mursi – Etiópia

Agora, vamos viajar até a Etiópia para conhecer outra tribo que tem uma das culturas mais exóticas do mundo, um país africano de grande diversidade cultural.

Lá encontramos os Mursi, uma tribo muito valente que inspira respeito e temor em outras tribos ao redor. Vivem da criação de gado e usam-no para alimentação, rituais, dote para o casamento e eventos especiais.

A relação com animais é tão grande que alguns da tribo Mursi passeiam com os animais na aldeia, cantam poemas para os seus preferidos e até usam como nomes as cores dos seus animais.

Mas o que torna esta tribo digna de estar no nosso top 10 de culturas mais exóticas do mundo, são os costumes relacionados à sua aparência que são bem peculiares.

Um dos costumes é a escarificação do corpo: uma prática que consiste em marcar o corpo com cortes de faca ou lâminas bem afiadas e sem choro ou sinal de sofrimento para mostrar que estão aptos para aguentar as dores maiores da vida.

A escarificação é um sinal de poder dos Mursi para os homens, e acentua a beleza e a sensualidade nas mulheres.

Outro costume exótico dos Mursi, são as placas para os lábios que as mulheres usam. Essas placas podem ser de cerâmica ou de madeira, e já estão liberadas para as meninas logo a partir dos 15 ou 16 anos de idade. As imagens dessas placas também ganharam o mundo em documentários.

E finalmente, mas não menos importante, como outras tribos, os Mursi também pintam os membros do corpo como os braços, o rosto ou o tronco.

5ª – Tribo Asaro – Papua Nova Guiné

5ª – Tribo Asaro – Papua Nova Guiné

De volta á Papua Nova Guiné, desta vez vamos ao encontro da tribo Asaro, que apesar de habitar lá a mais de mil anos, só foi descoberta há 75 anos.

Seu nome deriva do rio Asaro, que deu a origem ao costume que torna a cultura desta tribo em uma das culturas mais exóticas do mundo, as famosas máscaras de barro.

E não, não são máscaras de beleza. Isso já fica evidente pelo aspecto aterrador delas. Na verdade, elas são feitas assim com o propósito de aterrorizar outras tribos, aproveitando-se do temor natural por espíritos.

Longe de ser uma pegadinha para as outras tribos, estas máscaras são parte importante da estratégia de defesa do povo Asaro. Reza a lenda que há muito tempo, uma tribo havia conquistado a que conhecemos como Asaro.

As casas foram incendiadas, muitos homens foram mortos e as mulheres levadas a força. Para sobreviver, os que conseguiram fugir mergulharam no rio Asaro.

No entanto, quando conseguiram se reunir, ficou evidente que a água do rio havia deixado todos eles esbranquiçados e com a aparência assustadora por causa do seu tipo de barro.

Aproveitando-se disso, fizeram as máscaras assustadoras, pois não podiam colocar a lama no rosto por acreditar que era venenosa, e complementaram untando barro em todo o corpo mais as unhas de bambu bem afiadas.

O resultado foi uma aparência fantasmagórica que apesar de estarem em desvantagem numérica, amedrontaria os inimigos o suficiente para que pudessem vencê-los.

E foi isso que aconteceu. Os inimigos pensaram que fossem fantasmas e espíritos e então fugiram deixando tudo para trás, incluindo as mulheres raptadas.

Portanto, por seu papel importante na derrota da tribo inimiga, este “uniforme diferente” tornou-se no principal símbolo da cultura do povo Asaro.

 4ª – Tribo Me’en – Etiópia

 4ª – Tribo Me’en – Etiópia

Chegou a hora de dar outra passadinha na África, propriamente na Etiópia na região de Bodi para conhecer a nossa próxima cultura exótica.

Em Bodi, encontramos os Me’en a quarta cultura mais exótica do mundo, um povo com cerca de 70 mil pessoas que vive do trabalho no campo, criação de gado e coleta, ao contrário das tribos vizinhas, eles mudam-se pouco por estarem próximo a uma boa fonte de água.

Mas não é o modo de vida rudimentar que torna esta cultura diferente e sim, o conceito de corpo ideal que eles têm que transcende a tudo a que estamos acostumados.

Na tribo Me’en, a beleza, respeito porte e elegância é determinado pelo tamanho da barriga, ou seja quanto maior é a barriga, maior é o respeito e a reverência que recebem na comunidade. E para alcançar a aparência ideal, os homens fazem verdadeiros sacrifícios.

Enquanto que nós vamos a academia, os Me’en ficam isolados numa cabana onde são alimentados com uma dieta especial de leite e sangue preparada para os engordar. Alguns até nem conseguem mais andar de tão gordos que ficam!

Esse isolamento dura seis meses e inclui a abstinência de relações sexuais.

Toda essa preparação serve para deixar o homem pronto para um concurso realizado todo o mês de junho para escolher o solteiro mais rechonchudo da tribo.

E quando chega o dia, os homens enfeitam-se com acessórios feitos como colares, pulseiras e enfeites no cabelo e desfilam exibindo a barrigona, além de cantar e dançar.

Após a escolha do vencedor, considerado um herói, a alimentação aos poucos volta ao normal e, claro, a barriga também.

3ª – Tribo Yonomani – Brasil e Venezuela

3ª – Tribo Yonomani – Brasil e Venezuela

Brasil? Sim, no nosso Brasil também encontramos culturas exóticas tendo em vista a quantidade de tribos indígenas no nosso território.

Mas a escolhida para o top três de culturas mais exóticas do mundo é a tribo Yanomani, que vive na floresta Amazônica  no território do Brasil e da Venezuela com uma população de cerca de 35 mil índios.

Os Yanomani vivem e resolvem seus problemas em comunidade, tanto é que até a sua habitação é gigante e circular em que podem dormir até 400 pessoas!

Os homens caçam e pescam enquanto que as mulheres recolhem frutos, insetos, mel e até pescam também para garantir a alimentação.

Toda a comida é dividida em comunidade. Mas o interessante mesmo, é o que acontece quando alguém da tribo morre.

O corpo é deixado em folhas para que se decomponha e só cerca de 1 mês e meio depois é que vão pegar os ossos que são transformados em pó e, pasme, misturado na comida! Uma parte do pó é guardado para o consumo após 1 ano. Só assim a alma do falecido irá ao paraíso.

2ª – Tribo Toraja – Indonésia

2ª – Tribo Toraja – Indonésia

Vamos sair um pouco da África e agora vamos até a Indonésia, em South Soulawesi para conhecer as pessoas peculiares da tribo Toraja a segunda colocada nas culturas mais exóticas do mundo.

Os torajanas fazem parte do nosso top 10 de culturas mais exóticas do mundo por uma razão bem específica, não enterram os seus mortos poucos dias depois de terem falecido, apesar de um “pré-funeral” ser realizado.

Sim, os torajanas acreditam que a morte é apenas uma transição de modo que para enterrar o falecido, passam-se semanas ou mesmo anos! Uma das razões para levar tanto tempo é para que assim poderão reunir dinheiro suficiente para realizar o funeral com toda a pompa e circunstância.

Mas como aguentam o cheiro nauseante de um cadáver em decomposição? Bem, o cadáver é tratado com uma mistura de água e formol que impede a decomposição da carne e usam incensos perfumados para combater o cheiro terrível.

Em outras palavras, os cadáveres são transformados em múmias. E durante o tempo que fica com a família, o morto é tratado como se ainda estivesse vivo, tanto é que ainda são contados nas refeições, por acreditarem que assim a sua alma é preservada.

Esse processo continua até a realização do grande funeral que mais parece uma festa do que outra coisa. Muitos búfalos são sacrificados e a carne é servida aos convidados. Quanto mais importante foi o falecido, mais búfalos são sacrificados.

E sim, finalmente a pessoa é enterrada neste grande funeral. No entanto, está redondamente enganado se pensa que este é o último funeral.

Após alguns anos, é feito um ritual que consiste em desenterrar os morros para realizar mais um funeral. Isto mesmo, mais um funeral em que reforçam a mumificação e oferecem presentes ao falecido.

1ª – Tribo Yali – Indonésia

1ª – Tribo Yali – Indonésia

Parece que na Indonésia as culturas exóticas são bem “comuns”, pois estamos de volta para conhecer mais um povo, a tribo Yali.

Os Yali habitam em florestas inexploradas e de acesso remoto da Jayawijaya e são considerados pigmeus devido à sua altura de até apenas 1,5 m.

O título de cultura mais exótica do mundo cai muito bem aos Yali por muitos motivos, são incrivelmente diferentes de qualquer cultura que se conheça na Terra, não posso entregar a surpresa agora, mas continue lendo e vamos descobrir o porquê é a mais exótica!

Primeiro, vamos falar sobre a sua vestimenta. As mulheres Yali usam apenas uma saia de fibras, youngal, e uma bolsa que carregam para todo o lado.

Já os homens, não usam roupa nenhuma; apenas um protetor para o pênis chamado koteka que tem um aspecto bem incomum: parece um berimbau pequeno que fica sempre na vertical.

Segundo, os Yali têm corpos mumificados de ancestrais conservados. Acreditam que isso possibilita a ligação espiritual com eles bem como garante a prosperidade, saúde e até vitórias sobre os inimigos.

Terceiro, a poligamia e a poliandria são bem aceitas na tribo Yali. Além de o homem poder ter várias esposas, a mulher pode relacionar-se com outro homem caso sinta que não está a ser devidamente satisfeito pelo parceiro.

No entanto, se o casal de amantes for apanhado, o homem terá de pagar um porco de compensação ao marido da amante. Em alguns países muita gente teria no mínimo muitos porcos!

E não é só, a mulher grávida deve cessar as relações sexuais a partir do quarto mês de gravidez até que a criança complete 4 anos de idade!

Finalmente, o quarto motivo é que os Yali são canibais. Sim, comem outras pessoas, uma das poucas tribos que ainda faz isso. E é por isso que merece o primeiro lugar no nosso Top 10 das culturas mais exóticas do mundo.

Essas foram as incríveis culturas exóticas da Terra, caso tenha coragem e interesse escolha uma e visite-a, será uma incrível e inesquecível aventura!

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